Mostrando postagens com marcador Profissão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Profissão. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 31 de maio de 2021

Professores não são pessoas comuns e pessoas comuns não são professores - Por Angela Merkel (Momento Leitura e Reflexão)

"É isso: Professores não são pessoas comuns e pessoas comuns não são professores. Por favor, não escolha ser professor até que você esteja certo e preparado para isso."

Professores na Alemanha recebem os maiores salários do mundo. E quando juízes, médicos e engenheiros reivindicam à chanceler Angela Merkel, que é doutora em física, equiparação salarial, ela responde:

"Como eu posso comparar vocês com quem os ensinou?"

Essa é a diferença.






Simples Assim

segunda-feira, 11 de junho de 2018

Santa Cruz Futebol Clube: Vergonha

Espalhem este vídeo ao máximo para ver se agora a imagem do Santa Cruz fica manchada mesmo...

Como pode humilhar o rapaz desta forma só porque é gari.


terça-feira, 10 de abril de 2018

Invista na Sua Inteligência - Por Augusto Cury (Momento Leitura e Reflexão)

Um ladrão rouba um tesouro, mas não furta a inteligência. Uma crise destrói uma herança, mas não uma profissão. Não importa se você não tem dinheiro, você é uma pessoa rica, pois possui o maior de todos os capitais: a sua inteligência. Invista nela. Estude!

domingo, 10 de setembro de 2017

"O Primeiro Dia de Inverno", de Marcia Kupstas: mais um livro lido

“Livro não é remédio, não deve ser enfiado goela abaixo.”


Temas Abordados pelo Livro 

1- Racismo; 
2- Violência Doméstica; 
3- Profissões;
4- Inveja;
5- Diferenças;
6- Mudança de Mentalidade.

sábado, 25 de março de 2017

Pelo fim das aposentadorias e pensões de políticos (Momento Leitura e Reflexão)

Político não é profissão. Não necessita de formação, nem presta concurso público. O político é escolhido para prestação de serviço temporário, portanto, não tem direito à aposentadoria ou a deixar pensões. O político legislou em causa própria e isso é ilegal.

Que sejam anuladas todas as aposentadorias e pensões políticas!

Esta, sim, é a verdadeira reforma previdenciária. Acho que isso define o desejo de todos nós, brasileiros.

-----------------------------------------
Marco Aurélio Souza

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Desejo de Ensinar e a Arte de Aprender (Momento Leitura e Reflexão)

Ensinar não deveria ser uma ANGÚSTIA
Ensinar não deveria ser PERIGOSO
Ensinar não deveria minar a SAÚDE
Ensinar não deveria ser CASO DE POLÍCIA
Ensinar não deveria DESESPERAR
Ensinar não deveria ser de QUALQUER JEITO
Ensinar não deveria fazer DESISTIR
Ensinar não deveria ter de aceitar a FALTA DE EDUCAÇÃO FAMILIAR
Ensinar não deveria ter de ENGOLIR SAPO
Ensinar não deveria ser para ver a VIOLÊNCIA DENTRO DA SALA DE AULA
Ensinar não deveria ser para receber DESRESPEITO

Tudo isso e muito mais vai tirando um pouco, a cada dia, o desejo de ENSINAR de muitos Professores que sentem na pele, no coração e na alma as agruras da profissão.


(Rubem Alves)

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

O Professor (Por Lucas Gallani Rodrigues)

Vou falar sobre os Professores.
Existe Professor de todo tipo
Professor bonito, feio, engraçado
Lerdo, rápido e muito mais.

Existe Professor de Português, Matemática
Ciências, Inglês, Educação Física
Informática e muito mais.
Há Professor que ensina bem
E Professor que ensina mal.

Existe Professor que sabe mais
E Professor que sabe menos
Existe, também, Professor malvado
E Professor bonzinho.

O Professor malvado
É aquele que anota na planilha
E o Professor bonzinho
E o que dá mais uma chance.

O Professor bem-humorado
É aquele que conta piadas na hora certa
O Professor mal-humorado
É aquele que passa a matéria

E não tá nem aí.


Lucas Gallani Rodrigues (ex-aluno meu)
Poema: Homenagem ao Professor –
Alguém para toda a vida.
Praia Grande-SP. – 10/2009

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

O professor é (Momento Leitura e Reflexão)

Alguém que acalenta,
Que educa,
Que prepara,
Que forma.

É alguém que sente,
Que ama,
Que aprende,
Que é gente!


(Autor Desconhecido)
Se alguém souber o nome do autor deste texto, avise-me; para que eu possa dar os devidos créditos.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Professores Extintos - Momento Leitura

O ano é 2209 d.C. – ou seja, daqui a duzentos anos – e uma conversa entre avô e neto tem início a partir da seguinte interpelação:
– Vovô, por que o mundo está acabando?
A calma da pergunta revela a inocência da alma infante. E no mesmo tom vem a resposta:
– Porque não existem mais PROFESSORES, meu anjo.
– Professores? Mas o que é isso? O que fazia um professor?
O velho responde, então, que professores eram homens e mulheres elegantes e dedicados, que se expressavam sempre de maneira muito culta e que, muitos anos atrás, transmitiam conhecimentos e ensinavam as pessoas a ler, falar, escrever, se comportar, localizar-se no mundo e na história, entre muitas outras coisas. Principalmente, ensinavam as pessoas a pensar.
– Eles ensinavam tudo isso? Mas eles eram sábios?
– Sim, ensinavam, mas não eram todos sábios. Apenas alguns, os grandes professores, que ensinavam outros professores, e eram amados pelos alunos.
– E como foi que eles desapareceram, vovô?
– Ah, foi tudo parte de um plano secreto e genial, que foi executado aos poucos por alguns vilões da sociedade. O vovô não se lembra direito do que veio primeiro, mas sem dúvida, os políticos ajudaram muito. Eles acabaram com todas as formas de avaliação dos alunos, apenas para mostrar estatísticas de aprovação. Assim, sabendo ou não sabendo alguma coisa, os alunos eram aprovados. Isso liquidou o estímulo para o estudo e apenas os alunos mais interessados conseguiam aprender alguma coisa.
Depois, muitas famílias estimularam a falta de respeito pelos professores, que passaram a ser vistos como empregados de seus filhos. Estes foram ensinados a dizer “eu estou pagando e você tem que me ensinar”, ou “para que estudar se meu pai não estudou e ganha muito mais do que você” ou ainda “meu pai me dá mais de mesada do que você ganha”. Isso quando não iam os próprios pais gritar com os professores nas escolas. Para isso muito ajudou a multiplicação de escolas particulares, as quais, mais interessadas nas mensalidades que na qualidade do ensino, quando recebiam reclamações dos pais, pressionavam os professores, dizendo que eles não estavam conseguindo “gerenciar a relação com o aluno”. Os professores eram vítimas da violência – física, verbal e moral – que lhes era destinada por pobres e ricos. Viraram saco de pancadas de todo mundo.
Além disso, qualquer proposta de ensino séria e inovadora sempre esbarrava na obsessão dos pais com a aprovação do filho no vestibular, para qualquer faculdade que fosse. “Ah, eu quero saber se isso que vocês estão ensinando vai fazer meu filho passar no vestibular”, diziam os pais nas reuniões com as escolas. E assim, praticamente todo o ensino foi orientado para os alunos passarem no vestibular. Lá se foi toda a aprendizagem de conceitos, as discussões de ideias, tudo, enfim, virou decoração de fórmulas. Com a Internet, os trabalhos escolares e as fórmulas ficaram acessíveis a todos, e nunca mais ninguém precisou ir à escola para estudar a sério.
Em seguida, os professores foram desmoralizados. Seus salários foram gradativamente sendo esquecidos e ninguém mais queria se dedicar à profissão. Quando alguém criticava a qualidade do ensino, sempre vinha algum tonto dizer que a culpa era do professor. As pessoas também se tornaram descrentes da educação, pois viam que as pessoas “bem-sucedidas” eram políticos e empresários que os financiavam, modelos, jogadores de futebol, artistas de novelas da televisão, sindicalistas – enfim, pessoas sem nenhuma formação ou contribuição real para a sociedade.
Ah, mas teve um fator chave nessa história toda. Teve uma época longa chamada ditadura, quando os milicos colocaram os professores na alça de mira e quase acabaram com eles, que foram perseguidos, aposentados, expulsos do país, em nome do combate aos subversivos e à instalação de uma república sindical no país. Eles fracassaram, porque a tal da república sindical se instalou, os tais subversivos tomaram o poder, implantaram uma tal de “educação libertadora” que ninguém nunca soube o que é, fizeram a aprovação automática dos alunos com apoio dos políticos... Foi o tiro de misericórdia nos professores. Não sei o que foi pior – os milicos ou os tais dos subversivos.
– Não conheço essa palavra. O que é um milico, vovô?
– Era, meu filho... Também não existe mais...

(Autor Desconhecido)
Se alguém souber o nome do autor deste texto, avise-me; para que eu possa dar os devidos créditos.