Simples Assim
Páginas
- Início
- Objetivo Deste Blog
- Certificados&Diplomas
- Premiação
- Publicação:Livro
- Publicação:Revista
- Publicação:Jornal
- Palestras Ministradas
- Capacitação de Professores (Curso de Formação Continuada)
- Certificados Entregues pela FBS Comunicação
- Orientador: Premiação de Alunos
- Alunos Aprovados em Concursos com a Colaboração da FBS Comunicação
- Momentos Especiais com Alunos
- Projeto "Roda de Leitura"
- Outros Projetos
- Projeto Jornal Escola
- Projeto Carta Pessoal
- Projeto Carta para o Futuro
- Projeto "Coletânea Textual"
- Projeto Pequenos Poetas, Grandes Escritores
- Gramática
- Fonologia
- Morfologia
- Técnica de Redação
- Oficina de Redação
- Momento Leitura
- Dicas para Concursos
- Livros Lidos por Mim
- Erros de Português: Placas/Propagandas
Mostrando postagens com marcador Celular. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Celular. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 3 de setembro de 2020
sábado, 1 de agosto de 2020
terça-feira, 28 de abril de 2020
OS FILHOS DO QUARTO - Por Cassiana Tardivo (Momento Leitura e Reflexão)
Antes perdíamos filhos nos rios, nos matos, nos mares, hoje temos perdido eles dentro do quarto! Quando brincavam nos quintais ouvíamos suas vozes, escutávamos suas fantasias e ao ouvi-los, mesmo a distância, sabíamos o que se passava em suas mentes. Quando entravam em casa não existia uma TV em cada quarto, nem dispositivos eletrônicos em suas mãos.
Hoje não escutamos suas vozes, não ouvimos seus pensamentos e fantasias, as crianças estão ali, dentro de seus quartos, e por isso pensamos estarem em segurança.
Quanta imaturidade a nossa.
Agora ficam com seus fones de ouvido, trancados em seus mundos, construindo seus saberes sem que saibamos o que é...
Perdem literalmente a vida, ainda vivos em corpos, mas mortos em seus relacionamentos com seus pais, fechados num mundo global de tanta informação e estímulos, de modismos passageiros, que em nada contribuem para formação de crianças seguras e fortes para tomarem decisões moralmente corretas e de acordo com seus valores familiares.
Dentro de seus quartos perdemos os filhos, pois não sabem nem mais quem são ou o que pensam suas famílias, já estão mortos de sua identidade familiar... Se tornam uma mistura de tudo aquilo pelo qual eles têm sido influenciados e pais nem sempre já sabem o que seus filhos são.
Você hoje pode ler esse texto e amar, mandar para os amigos. Pode enxergar nele verdades e refletir. Tudo isso será excelente. Mas como Psicopedagoga tenho visto tantas famílias doentes com filhos mortos dentro do quarto, então faço a você um convite e, por favor, aceite!
Convido você a tirar seu filho do quarto, do tablete, do celular, do computador, do fone de ouvido, convido você a comprar jogos de mesa, tabuleiros e ter filhos na sala, ao seu lado por no mínimo dois dias estabelecidos na sua semana à noite (além do sábado e domingo).
E jogue, divirta-se com eles, escute as vozes, as falas, os pensamentos e tenha a grande oportunidade de tê-los vivos, "dando trabalho" e que eles aprendam a viver em família, se sintam pertencentes no lar para que não precisem se aventurar nessas brincadeiras malucas para se sentirem alguém ou terem um pouco de adrenalina que antes tinham com as brincadeiras no quintal!
Cassiana Tardivo
Psicopedagoga
Marcadores:
Aparelhos Eletrônicos,
Artigo (Gênero Textual),
Artigo de Opinião (Gênero Textual),
Brincar,
Celular,
Computador,
Criança,
Família,
Filho,
Jovem,
Relacionamento,
Simples Assim,
Televisão (Tevê),
Vida
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020
Como educar uma geração digital com tanta dificuldade para se concentrar? (Momento Leitura e Reflexão)
Se os celulares e novas mídias estão prejudicando a capacidade dos estudantes de prestar atenção, como os professores podem mudar seus métodos de ensino para ensinar as habilidades de que eles precisam?
Por BBC
03/04/2019
Os estudantes de hoje têm de lidar com um problema - e ele não está escrito no quadro negro. Eles estão tão acostumados a constantes estímulos de aplicativos de smartphone e plataformas de streaming que não conseguem se concentrar na aula.
As gerações Z (idades entre 10 e 24 anos) e alpha (até 9 anos de idade) nasceram em um mundo onde os algoritmos os mantêm clicando e navegando em um ritmo frenético.
Agora, os professores também têm um problema. Como você adapta o currículo escolar para estudantes criados em meio à tecnologia? E isso pode comprometer a educação tradicional?
O desenvolvimento inicial do cérebro é um assunto complexo, mas, nos últimos anos, pesquisadores em todo o mundo manifestaram preocupações sobre o impacto que smartphones e o hábito de consumir diferentes mídias simultaneamente podem ter sobre a capacidade de concentração.
"Há um conjunto crescente de evidências - que não ainda foram totalmente validadas e podem ser contestadas - de que a tecnologia, as redes sociais, o acesso instantâneo à internet e os smartphones prejudicam a capacidade das crianças de se concentrar. Estamos mudando a forma como crianças pensam e como seus cérebros se desenvolvem", diz Jim Taylor, autor de Raising Generation Tech (Criando a Geração Tech, em tradução livre).
Os professores também já notaram isso. "É um problema. Para começar, o adolescente médio só consegue prestar atenção por cerca de 28 segundos", diz Laura Schad, que dá aulas para alunos de 12 a 14 anos na Filadélfia, nos Estados Unidos.
Ela diz que, embora os smartphones tenham afetado claramente os cérebros em pleno desenvolvimento de seus alunos, falta treinamento para lidar com a questão: como a educação deve evoluir para atender alunos que são nativos digitais não foi algo tratado em sua formação profissional, por exemplo.
Leitura prejudicada
Os efeitos da tecnologia ficam mais claros em uma das atividades escolares mais tradicionais, a leitura, especialmente quando as crianças migram das mídias digitais baseadas em texto para aplicativos repletos de imagens como Instagram e Snapchat.
"Hoje, os alunos parecem achar especialmente exaustivo ler textos complexos ou longos sem fazer pausas constantes. No passado, os alunos pareciam estar acostumados a se dedicar a um texto por um longo período de tempo", diz Erica Swift, professora do 6º ano de uma escola de Sacramento, nos Estados Unidos. "Você percebe a falta de resistência deles, ao pedir intervalos de descanso ou ao conversar com os colegas em vez de estudar. Alguns até mesmo desistem por completo de leituras mais longas."
Simplesmente transferir o texto para um aparelho eletrônico não ajuda, o que indica que o problema é mais complexo do que uma simples preferência pelas telas em detrimento de algo impresso em papel.
Taylor explica que o ato de prestar atenção não só tem um valor inerente, mas funciona como porta de entrada para formas mais profundas de aprendizado - especialmente em termos de memória.
"Sem a capacidade de prestar atenção, crianças não conseguem processar [informações]. Eles não consolidam o conhecimento na memória, o que significa que não podem interpretar, analisar, resumir, criticar e chegar a uma conclusão sobre a informação recebida", diz Jim Taylor.
A sala de aula do futuro
Se os alunos não parecem prestar atenção por longos períodos, muitos professores simplesmente dividem as lições em partes menores. Gail Desler, especialista em integração tecnológica do distrito escolar de Elk Grove, onde fica a escola de Swift, diz: "Uma ideia comum entre os professores é que algo mais curto é melhor".
Desler também dá como exemplo professores que iniciam as aulas com exercícios de atenção plena ou de meditação quando os alunos precisam se concentrar.
Uma professora do ensino médio em Salinas, nos Estados Unidos, usa o aplicativo Calm para ajudar os alunos a meditar, mas um estudo de 2013 indicou que qualquer tipo de "intervalo de descanso da tecnologia" pode combater a ansiedade por realizar múltiplas coisas ao mesmo tempo.
Alguns professores também escolhem "ir ao encontro dos alunos" em plataformas como o YouTube e o Instagram. Asha Choksi, vice-presidente de pesquisa global da editora educacional Pearson, dá o exemplo de um professor que filma a si mesmo realizando um experimento científico, publica no YouTube e usa o vídeo na aula para ilustrar o material no livro didático, que pode ser visto como algo chato para os alunos.
Da mesma forma, Schad busca manter os alunos dedicados às tarefas por meio de lembretes no Instagram sobre o dever de casa e as próximas atividades.
Esses recursos podem manter os alunos atentos quando refletem seus interesses. Desler elogia professores que fazem coisas como relacionar a história da propaganda nazista ao cyberbullying.
"Trata-se de introduzir informações relevantes em um currículo obrigatório, de maneira que os alunos se vejam refletidos no que é ensinado", diz ela. "Ao fazer conexões com coisas que estão acontecendo aqui e agora, você entra no mundo deles e os envolve."
Adaptação à nova realidade
Enquanto isso, plataformas especializadas de aprendizado como o Flipgrid, que permite aos alunos compartilhar vídeos de si mesmos fazendo apresentações, ajudam os professores a envolver os alunos usando as mídias que eles estão acostumados a usar.
Um estudo de 2018 da Pearson descobriu que os alunos da geração Z evitam livros e apontam vídeos como sua fonte preferida de informações, atrás apenas dos próprios professores. Ao se inserir nos meios dos quais as crianças já participam e com os quais criam, os professores podem captar melhor sua atenção.
Alguns distritos escolares já migraram digitalmente para plataformas como o Google Classroom, que permite que alunos e pais monitorem notas e tarefas futuras e acompanhem o desempenho dos estudantes para entender melhor no que eles estão deixando a desejar.
A tecnologia pode até mesmo ajudar a reparar danos causados à habilidade de leitura. Schad diz que, em sua escola na Filadélfia, os professores usam computadores para lidar com as dificuldades apresentadas pelos estudantes. A plataforma de leitura da escola, a Lexia, adota elementos de videogames para estimular a participação.
O programa também separa automaticamente os alunos com base no seu desempenho, oferecendo aos alunos mais bem-sucedidos tarefas mais avançadas no mundo real e exercícios digitais extras para aqueles com mais dificuldades, até que aprendam totalmente a lição. Essa abordagem personalizada ajuda a lidar com as diferentes formas como estudantes são afetados pela tecnologia.
Os Estados Unidos são líderes globais em tecnologia educacional, com empresas de tecnologia de ponta recebendo US$ 1,45 bilhão (R$ 5,7 bilhões) em investimentos em 2018.
Mas empresas como a Flipgrid e a Lexia terão cada vez mais concorrência vinda do exterior. A indústria de tecnologias para educação no leste da Ásia está crescendo, conforme plataformas americanas como a Knewton se expandem internacionalmente e geram um crescente interesse global em adaptar as salas de aula para estudantes que são nativos digitais.
Uma forma de 'aprendizado misto'
Ainda assim, enquanto alguns educadores estão adotando a tecnologia em sala de aula, vários estudos mostraram que salas de aula tradicionais podem ter mais sucesso.
Um estudo de 2015 da London School of Economics mostrou que os resultados do teste GCSE, que avalia estudantes do ensino médio no Reino Unido, melhoraram quando escolas de Birmingham, Londres, Leicester e Manchester proibiram os celulares em sala de aula.
O professor de neurociência William Klemm, autor de The Learning Skills Cycle (O Ciclo de Habilidades de Aprendizado, em tradução livre), destaca um estudo de 2014 que apontou que anotações à mão ajudam alunos a reter mais informações em comparação com o uso de um computador.
Klemm também aponta que dividir lições em partes menores pode ser prejudicial, porque isso pode impedir que os alunos tenham uma compreensão mais ampla do que é ensinado. Ele diz que os estudantes precisam de tempo para se envolver com um tema.
Até mesmo educadores que veem com bons olhos o uso da tecnologia acreditam que os métodos tradicionais têm seu valor e sugerem uma abordagem de "aprendizagem mista".
"Tenho visto muita discussão entre acadêmicos nos últimos anos sobre se o formato de palestra é algo do passado e que deve ser extinto", diz Katie Davis, professora da Escola de Informação da Universidade de Washington, nos Estados Unidos.
"Acho que isso se resume a se você acredita que existem habilidades valiosas envolvidas no processo de acompanhar um argumento complexo que é apresentado linearmente em tempo real."
Enquanto Davis admite que as novas mídias poderiam ajudar a desenvolver habilidades importantes, ela ainda acredita que as palestras têm o seu valor.
Educadores com diferentes opiniões sobre o uso da tecnologia concordam que a autoridade do professor continua sendo de máxima importância.
Elizabeth Hoover, diretora de tecnologia para escolas públicas de Alexandria City, nos Estados Unidos, busca melhorar a educação em seu distrito por meio da tecnologia, mas diz que isso nunca substituirá o aprendizado diretamente com um professor.
"A interação pessoal ainda é o componente mais importante em uma sala de aula", diz ela, para quem a tecnologia deve ser empregada apenas quando aprimora uma lição de maneiras que seriam impossíveis de outra forma.
Schad também diz que muitos professores confiam na tecnologia apenas porque não têm recursos analógicos suficientes. Programas como o Lexia não seriam necessários se as escolas fornecessem mais recursos para contratar mais profissionais que auxiliem no aprendizado, o que permitiria liberar professores para se concentrarem nos alunos que enfrentam dificuldades.
A professora Sophia Date, que ensina Ciências Sociais para o 12.º ano de uma escola da Filadélfia, também questiona o investimento em tecnologia em detrimento de investimentos em mais professores.
"Há um enorme vontade de levar a tecnologia para a sala de aula, mas, às vezes, isso é feito no lugar de mudanças maiores e mais necessárias. As organizações que doam fundos para educação têm prazer em dar dinheiro para comprar tablets e computadores, mas não estão dispostas a custear um salário de um professor por um ano", diz ela.
Date defende que ampliar o acesso à tecnologia continua a ser algo crucial para ajudar a diminuir a diferença entre as condições oferecidas a estudantes de baixa e alta renda, mas diz que isso não pode substituir mudanças no sistema educacional.
Aprendendo a raciocinar
Embora a tecnologia mine alguns aspectos da educação, também capacita estudantes de formas inesperadas.
"Existe essa visão de que os jovens ficam um pouco apáticos, preguiçosos, distraídos com a tecnologia", diz Choksi, da Pearson. "Realmente, subestimamos o papel que a tecnologia está desempenhando na educação das crianças e o poder que isso dá a elas em seu aprendizado."
Por exemplo, alunos que não têm paciência para esperar que os educadores respondam a suas perguntas estão cada vez mais dispostos a buscar as respostas por si mesmos. "Eles podem estar estudando álgebra e ir ao YouTube para descobrir como resolver um problema antes de consultar um professor ou um livro didático", diz Choksi.
Swift diz que isso deve ser estimulado nos alunos. "Você quer que eles façam novas perguntas e busquem novas respostas."
Taylor aponta que, conforme a informação se torna onipresente, o sucesso não se resume a saber mais, mas na capacidade de pensar de forma crítica e criativa, que são, ironicamente, as habilidades que a mídia digital prejudica ao reduzir a capacidade de prestar atenção dos estudantes.
"Se você pensar em Mark Zuckerberg, Bill Gates e em todas estas pessoas que obtiveram sucesso no mundo da tecnologia, elas não chegaram até aí porque sabiam programar, mas porque são capazes de raciocinar", diz ele.
Os nativos digitais continuarão a adotar vorazmente as novas mídias. Os professores não têm escolha a não ser evoluir, não apenas para garantir que alunos possam acessar e tirar proveito das tecnologias, mas para fazer com que os alunos tenham sucesso em um mundo que está constantemente tentando distraí-los.
FONTE:
Marcadores:
Aluno,
Celular,
Colégio,
Concentração,
Dificuldade,
Discente,
Educação,
Escola,
Geração,
Geração Alpha,
Geração Digital,
Geração Z,
Pesquisa,
Professor/Mestre (Ser Professor),
Reflexão,
Tecnologia
quinta-feira, 21 de novembro de 2019
Eu quero ser um celular (Momento Leitura e Reflexão)
Oração de uma criança:
– Papai do céu, eu quero ser um celular, por causa dos meus pais.
– O Senhor precisa ver como eles têm paciência com ele, mesmo quando chegam em casa cansados do trabalho. Mas comigo, não. Vão logo dando bronca.
– Os olhinhos da minha mãe até brilham quando ela está olhando para o celular. É lindo de ver. Eu quero que ela olhe assim pra mim também.
– Quando estamos conversando e o celular toca, meu pai corta a nossa conversa no meio, mas nunca, nunca mesmo, ele para de olhar o celular para conversar comigo.
– Eles nunca têm tempo pra brincar ou passear comigo, mas gastam horas vendo coisas no celular.
– Por favor, Papai do céu, me transforme num celular. Daí todo mundo vai ficar feliz aqui em casa. Muito obrigado.
(Autor Desconhecido)
Marcadores:
Autores,
Celular,
Criança,
Família,
Felicidade,
Filho,
Intimidade com Deus,
Mãe,
Momento Leitura,
Orar,
Paciência,
Pai,
Pais,
Reflexão,
Simples Assim
sábado, 21 de setembro de 2019
sexta-feira, 20 de setembro de 2019
Pais x Filhos x Tecnologia: Atenção [Vídeo - Reflexão]
Simples Assim
Marcadores:
Atenção,
Augusto Cury (Escritor),
Autores,
Celular,
Cuidado,
Dependência,
Droga,
Filho,
Informação,
Intoxicação,
Mãe,
Pai,
Pais,
Reflexão,
Simples Assim,
Suicídio,
Tecnologia,
Vídeos
sexta-feira, 6 de setembro de 2019
Não deixe o celular tomar o lugar de quem precisa do seu amor (Momento Leitura e Reflexão)
Marcadores:
Alerta,
Amor,
Autores,
Campanha (Gênero Textual),
Celular,
Doença,
Imagem,
Momento Leitura,
Psicologia,
Reflexão,
Simples Assim,
Tecnologia
domingo, 25 de agosto de 2019
Os Pais Educam e o Colégio Reforça - Por Leo Fraiman (Vídeo - Reflexão)
Simples Assim
Marcadores:
Autonomia,
Celular,
Colégio,
Depressão,
Doença,
Droga,
Educação,
Escola,
Filho,
Frustração,
Indução,
Leo Fraiman (Escritor),
Pais,
Professor/Mestre (Ser Professor),
Psicologia,
Reforço,
Tecnologia,
Vídeos
sábado, 24 de agosto de 2019
Celular x Filho (Momento Leitura e Reflexão)
Marcadores:
Autores,
Celular,
Família,
Imagem,
Mãe,
Momento Leitura,
Pai,
Pais,
Redes Sociais,
Reflexão,
Simples Assim,
Tecnologia
domingo, 11 de agosto de 2019
Castigo do Século 21: Ria e Reflita (Vídeo - Reflexão)
Simples Assim
Marcadores:
Autores,
Castigo,
Celular,
Criança,
Educação,
Reflexão,
Simples Assim,
Só Rindo,
Tecnologia,
Vídeos
quinta-feira, 4 de julho de 2019
Pais x Filho: Geração - Por Rossandro Klinje (Vídeo - Reflexão)
Simples Assim
Marcadores:
Autoridade,
Caráter,
Casamento,
Celular,
Comportamento,
Confiança,
Dificuldade,
Educação,
Filho,
Geração,
Lar,
Mãe,
Pai,
Pais,
Pessoa Mimada,
Resiliência,
Rossandro Klinje (Escritor),
Suicídio,
Vídeos
Bíblia x Celular: Simples Assim (Vídeo - Reflexão)
Simples Assim
Marcadores:
Autores,
Bíblia,
Celular,
Evangelismo,
Fique por Dentro,
Leitura,
Palavra de Deus,
Reflexão,
Simples Assim,
Tecnologia,
Vídeos
sábado, 29 de junho de 2019
Criança sem tecnologia é outro nível (Vídeo - Reflexão)
Simples Assim
Marcadores:
Alegria,
Brincadeira,
Celular,
Criança,
Jovem,
Reflexão,
Saúde,
Saúde Mental,
Simples Assim,
Tecnologia,
Vida,
Vídeos
sábado, 15 de junho de 2019
Celular ao Dirigir (Vídeo - Reflexão)
Simples Assim
Marcadores:
Acidente,
Acidente no Trânsito,
Atenção,
Autores,
Celular,
Dirigir,
Redes Sociais,
Reflexão,
Simples Assim,
Tecnologia,
Trânsito
quarta-feira, 29 de maio de 2019
De qualquer forma você será assaltado: Simples Assim (Momento Leitura e Reflexão)
Situação Atual do Brasil:
- Ônibus: R$ 4,00
- Gasolina: R$ 5,00
- A pé: fica sem o celular.
- De bike: levam a bicicleta.
- Saiu de carro: Multa
- Fica em casa: energia vem altíssima
De qualquer forma você será assaltado.
(Autor Desconhecido)
sábado, 22 de dezembro de 2018
sexta-feira, 1 de junho de 2018
Celular (Rima de um Pai Cuidadoso 2) - Mais uma Rima de Minha Autoria
Como
um Pai Zeloso
E
Bondoso
De
Você (Filhão)
Quero
Cuidar
Então,
Peço:
Devolva
o Celular
Caso
contrário, vou Tirar
E
de castigo irá ficar
Porque
passou o tempo de usar!
Flávio B. S. dos Santos
Praia
Grande-SP. – 31/05/2018
Perdeu os meus últimos textos?
Então, acesse:
Deixe, se quiser, sua crítica e/ou sugestão.
Marcadores:
Castigo,
Celular,
Cuidado,
Estrofe,
Filho,
Momento Leitura,
Pai,
Poema/Poesia (Gênero Textual),
Reflexão,
Rima,
Rima Terminada em "ÃO",
Rima Terminada em "AR",
Rima Terminada em "O",
Textos de Minha Autoria
terça-feira, 21 de março de 2017
Meio Ambiente: Geração Passada (Momento Leitura e Reflexão)
Na fila do supermercado, o caixa diz a uma senhora idosa:
- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis ao ambiente.
A senhora pediu desculpas e disse:
- Não havia essa onda verde no meu tempo.
O empregado respondeu:
- Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com o nosso meio ambiente.
- Você está certo - respondeu a senhora. Nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente. Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso; e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.
Realmente, não nos preocupamos com o ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhávamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro, a cada vez que precisávamos ir a dois quarteirões de casa.
Não nos preocupávamos com o ambiente. Até as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. A secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas secadoras elétricas. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas.
Os filhos menores usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
Mas é verdade: não havia preocupação com o ambiente, naqueles dias. Naquela época tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela de 14 polegadas, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado...
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia batedeiras elétricas, que fazem tudo por nós. Quando enviávamos algo frágil pelo correio, usávamos jornal velho como proteção, e não plástico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.
Naqueles tempos não se usava motor a gasolina para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam à eletricidade.
Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos.
Recarregávamos nossas canetas com tinta inúmeras vezes ao invés de comprar outra. Amolávamos as navalhas, ao invés de jogar fora aparelhos descartáveis, quando a lâmina perdia o corte.
Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naquele tempo, as pessoas tomavam o bonde e/ou ônibus coletivos e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar os pais como serviço de táxi 24 horas.
Havia só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E não precisávamos de GPS para receber sinais de satélites no espaço para encontrar a pizzaria mais próxima.
Então, não é incrível que a atual geração fale tanto em "meio ambiente", mas não queira abrir mão de nada e não pense em viver um pouco como na minha época?
------------------------------
(Autor Desconhecido)
Marcadores:
Aparelhos Eletrônicos,
Autores,
Bicicleta,
Celular,
Filho,
Irmão,
Meio Ambiente,
Momento Leitura,
Reciclagem,
Reflexão,
Respeito,
Saúde,
Simples Assim,
Televisão (Tevê)
Assinar:
Postagens (Atom)













